Valores, Missão e Cometências

Valores e Missão

O caminho de uma pessoa, física ou jurídica, é repleto de questões jurídicas de todos os tipos, e, quanto mais dinâmica a sua atuação, maior será o número de desafios legais que a mesma terá de enfrentar. O trabalho de resguardar seus interesses e direitos, além de bastante complexo, é percebido como fundamental para o êxito pessoal ou empresarial.

Problemas que parecem inicialmente limitados a um determinado campo do Direito revelam-se interligados a outros e demandam soluções abrangentes e conjugadas, e que, embora possamos atuar experiencialmente em algumas esferas do direito, sentimos-nos humilde em reconhecer nossas limitações, mas capacitados para buscar a melhor orientação e ações para nossos clientes nas mais diversas áreas do direito de forma eficaz, criativa e segura.

Procuramos construir a nossa reputação com solidez, dignidade, respeito, eficiência moderna e dinâmica, pautada nos princípios juramentados da profissão, lealdade e parceria com nossos clientes, do pioneirismo e da responsabilidade social. Foco e objetivos permanentes são  para retribuir a confiança de nossos clientes de forma personalizada e buscar permanentemente os resultados por eles almejados.

Determinados, construiremos com trabalho, entusiasmo, dedicação integral, critérios e planejamento, o êxito, isso é o nosso indesviável compromisso. Agradecemos aos amigos e clientes que comungam de nossos objetivos, nossa ética e nosso sucesso.

Temos com missão atender e satisfazer da melhor forma aos nossos clientes e amigos em todos os setores de atividades judiciais ou extrajudiciais, buscando  sempre ser referência no mercado.

Competências

Aliada ao conhecimento jurídico, algumas habilidades comportamentais são determinantes para consolidar uma carreira.

A prática da advocacia tem passado por diversas transformações nos últimos anos, fruto das novas demandas sociais, exigindo cada vez mais atualização do operador do Direito em áreas externas ao conhecimento jurídico. Sensibilidade social, capacidade de negociação, conhecimento de negócios, habilidade em relacionamento interpessoal e facilidade de interagir na internet são algumas das competências que passam a ser determinantes para o desempenho de um advogado. Portanto, passa a ser um grande desafio a mudança no foco da preparação dos profissionais, adaptando-se à nova era da advocacia.

Atualmente, as grandes empresas já perceberam a importância de ter, em seus quadros, profissionais com habilidades comportamentais que vão além das competências jurídicas. Sabem que treinar um jovem advogado em conhecimentos técnicos é tarefa relativamente simples, bastando muitas vezes alguns cursos de aperfeiçoamento ou uma pós-graduação. No entanto, encontrar profissionais que tenham perfil empreendedor, sejam bons comunicadores, tenham atitude de vencedores e saibam superar desafios é bem mais complicado.

É comum encontrar, seja na advocacia ou em outro meio profissional, profissionais extremamente competentes do ponto de vista técnico, mas que encontram grandes resistências nas organizações em que trabalham e também por parte dos clientes. Estes demonstram ter baixa Inteligência Emocional, refletida em sua incapacidade de trabalhar em equipe, dificuldade de comunicação, mau humor freqüente, entre outras limitações comportamentais. Saiba mais: [Inteligência Emocional]

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Especialidades

Ramos de Atuação

Conjunto de normas jurídicas que regem os vínculos pessoais ou patrimoniais entre entidades e pessoas, sejam elas singulares ou jurídicas, de carácter privado ou público. O seu objectivo consiste em proteger e defender os interesses da pessoa na ordem moral e patrimonial.

Este ramo do direito reconhece cada pessoa como sendo sujeito de direito, independentemente das suas atividades peculiares. De uma forma geral, abrange o conjunto das normas previstas pelo código civil. No direito anglo-saxónico, é reconhecido enquanto direito civil o direito continental (ou civil law) e o direito positivo (que se opõe ao direito natural). Como tal, o direito civil compreende o direito das pessoas (na medida em que regula a capacidade jurídica destas), o direito das obrigações e contratos, o direito dos bens, o direito da família, o direito das sucessões e as normas de responsabilidade civil, por exemplo.

Ramo do Direito Privado que se destina a disciplinar vários aspectos da vida privada como a posse, a aquisição e perda da propriedade, o condomínio, o aluguel, a compra e venda, a troca, a doação, a cessão de direitos, a usucapião, os financiamentos da casa própria, as incorporações imobiliárias, o direito de preferência do inquilino, o direito de construir, o direito de vizinhança, dentre outros institutos jurídicos concernentes ao bem imóvel.

Uma parte importante do direito imobiliário é o direito registral imobiliário, que cuida dos fenômenos jurídicos aliados ao registro de imóveis e as incorporações imobiliárias que é um dos fenômenos jurídico-econômicos de maior destaque nesse ramo do direito imobiliário por alavancar as possibilidades do uso do bem imóvel como forma de investimento e fomento de riqueza, com consequências sócio-econômicas de grande impacto.

Esse é um ramo do Direito Público que regula a relação entre o Estado e os contribuintes no que diz respeito à criação, arrecadação e fiscalização de tributos. Sua função primordial é estabelecer as normas para impostos, taxas e contribuições de melhoria, garantindo que a atuação do fisco esteja em conformidade com a Constituição e as leis. Este ramo é fundamental para a sustentabilidade financeira do Estado, pois assegura os recursos necessários para a manutenção dos serviços públicos e o desenvolvimento social, ao mesmo tempo em que busca a justiça fiscal.

A área de atuação do Direito Tributário é abrangente, dividindo-se em consultiva e contenciosa. Na consultoria, profissionais orientam empresas e indivíduos sobre o cumprimento das obrigações fiscais, planejamento tributário e otimização fiscal lícita, prevenindo litígios. Na esfera contenciosa, atua-se na defesa dos contribuintes contra exigências fiscais indevidas, seja na via administrativa (recursos contra autuações) ou judicial (ações anulatórias, mandados de segurança), buscando a restituição de valores ou a defesa em cobranças. Dada a complexidade e a constante evolução da legislação tributária brasileira, a especialização nesse campo é crucial para a segurança jurídica e a proteção dos direitos dos contribuintes.

O Direito Previdenciário é outro ramo do Direito Público, mas esse se dedica à proteção social dos indivíduos e suas famílias contra riscos como velhice, doença, invalidez e morte, por meio da previdência social. Ele estabelece as regras para a filiação, concessão, cálculo e manutenção de benefícios previdenciários, como aposentadorias e auxílios, visando garantir a dignidade e o amparo aos segurados e seus dependentes. Este ramo é crucial para a segurança social, assegurando direitos fundamentais e contribuindo para a redução de desigualdades. A área de atuação do Direito Previdenciário é ampla, envolvendo a orientação e o planejamento previdenciário para a obtenção do benefício mais vantajoso. Profissionais da área atuam tanto na esfera administrativa, representando segurados junto ao INSS em requerimentos e recursos de benefícios, quanto na esfera judicial, ingressando com ações para garantir a concessão, revisão ou restabelecimento de direitos previdenciários. A complexidade da legislação e a constante evolução jurisprudencial exigem especialização para assegurar a efetivação dos direitos sociais dos cidadãos.

Área do conhecimento jurídico que estuda as interações do homem com a natureza e os mecanismos legais para proteção do meio ambiente. É uma ciência holística que estabelece relações intrínsecas e transdisciplinares entre campos diversos, como antropologia, biologia, ciências sociais, engenharia, geologia e os princípios fundamentais do direito internacional, dentre outros.

Em qualquer organização pública ou privada, o Direito Ambiental exprime a busca permanente pela melhoria da qualidade ambiental de serviços, produtos e ambientes de trabalho, num processo de aprimoramento que propicia o desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental globalizados e abrangentes. Ao operar nesses sistemas, as organizações incorporam as melhores práticas corporativas em vigência, além de procedimentos gerenciais e técnicos que reduzem ao mínimo as possibilidades de dano ao meio ambiente, da produção à destinação de resíduos.

O condomínio é um conceito que possibilita muitas formas de relacionamentos interpessoais, seja ele dentro de um apartamento com a família, ou mesmo dentro do espaço comum com demais pessoas que habitam ou trabalham no local.

Muitos síndicos, condôminos e até administradores pensam que direito condominial se refere apenas à cobrança de inadimplentes. E o Direito Condominial é uma área do Direito que estipula regras do uso normal de uma propriedade para moradores, trabalhadores e visitantes. Assim, é dever do condômino respeitar às leis do código civil e da legislação condominial, que tratam do tema e regulam os direitos e deveres em condomínio.

O advogado da área de direito condominial é capaz de solucionar os conflitos de relacionamentos ou administrativos de acordo com as normas vistas na Legislação Condominial também atuando na prevenção a ocorrência de situações desfavoráveis ao condomínio e a defesa de seus direitos em processos judiciais.

Profissional qualificada para gerenciar o seu Condomínio, atendendo às necessidades quanto a sua: Valorização, Segurança dos condôminos; Enquadramento legal do condomínio, Solução dos problemas e gestão profissional, Amplo conhecimento na área administrativa, contábil e jurídica, Total apoio nas cobranças jurídicas quanto a vícios de construção, bem como, quanto a inadimplência de taxas condominiais.

Pontos fortes: Eficiência, agilidade e alto nível técnico; Gestão de desgaste nas relações entre os moradores; Oferta de soluções técnicas para os problemas condominiais; Coordenação, planejamento, orientação e controle dos serviços do Condomínio; Cumprimento da Convenção, Regulamento Interno e as deliberações tomadas nas Assembleias; Acompanhamento das questões trabalhistas; Reciclagem de Pessoal; Controle financeiro e Orçamentário; Reuniões periódicas com Conselhos; Não há vínculo empregatício; Não há vínculo emocional.

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